Depois de onze anos de pesquisas e mais
de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos
e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.
Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.
Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.
Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.
Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.
Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.
Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor – José Bezerra Lima Irmão – aceita e agradece suas críticas, comentários e sugestões:
josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel,: (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail: lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com
SUMÁRIO DA OBRA
Prefácio de Benjamin Batista, presidente da
Academia de Cultura da Bahia
1. A figura de Lampião emoldurada no contexto histórico
2. Causas históricas, políticas, sociais e econômicas
do cangaceirismo no Nordeste
– Latifúndio, desigualdade e violência
– As secas e o desgoverno
– Infraestrutura deficiente e carência de
políticas públicas eficazes
– Coronelismo
– O tempo das questões
Prefácio de Benjamin Batista, presidente da
Academia de Cultura da Bahia
1. A figura de Lampião emoldurada no contexto histórico
e no ambiente em que viveu
– Bandido ou herói?
– A realidade e a fantasia
– Lampião e seu rifle vingador
do cangaceirismo no Nordeste
– Latifúndio, desigualdade e violência
– As secas e o desgoverno
– Infraestrutura deficiente e carência de
políticas públicas eficazes
– Coronelismo
– O tempo das questões
3. Banditismo – fenômeno universal: classificação, incidência
e tipos
– Bando, quadrilha e cangaço
– Tipos de bandidos
e tipos
– Bando, quadrilha e cangaço
– Tipos de bandidos
4. As volantes e o cangaço
– Soldados e cachimbos
– Os comandantes
– As duas pragas
5.
Os precursores de Lampião
– Cangaceiro – a profissão da moda
– Cabeleira
– Lucas da Feira
– Sereno
– Cirino Guabiraba
– Quirino
– Inocêncio Vermelho e João
Calangro
– Viriato
– Jesuíno Brilhante
– Antônio Silvino
– Zezinho dos Laços e os
Cauaçus, de Jequié
– Manezinho da Barra das
Almas
– Manoel Monte
6.
Sinhô Pereira, o comandante de Lampião
– Titãs do Pajeú
– Família Carvalho
– Família Barbosa Nogueira
– Família Pereira
– A guerra de Vila Bela
7.
Nascimento, infância e juventude de
Virgolino
na Ribeira do São Domingos
na Ribeira do São Domingos
– O nascimento de Virgolino
– Família Ferreira Lima
– Famílias Lopes, Vieira e
Timóteo de Lima
– Laços familiares entre os
Ferreira Lima e os Vieira Lopes
– Ligações dos Ferreira com
outras famílias do Pajeú
– O casamento de José
Ferreira e Maria Lopes
– Infância e adolescência:
alegres travessuras
de um garoto sertanejo
de um garoto sertanejo
8. Os Ferreira e a política
9. Atrito entre os Ferreira e os
Saturnino
10. A primeira mudança
– Poço do Negro
– O casamento de Virtuosa e a
Festa de São João
– Novo atrito com Zé
Saturnino
11. Antônio Matilde
– Bigode de Arame
– Antônio Matilde e Cassimiro
Honório
na guerra contra José de Sousa
na guerra contra José de Sousa
– Matilde da Mutuca
– Espingardeiro de coronéis
12. Estranhos no ninho: desavenças com os nazarenos
13. A segunda mudança
– Olho d’Água de Fora
– Quando se acaba a terra de
Deus...
14. O ataque à Serra Vermelha e o tiroteio da Lagoa da Laje
15. Os Ferreira e os Porcino de Lacerda
16. Novo ataque ao inimigo
17. A prisão de João Ferreira
18. A terceira mudança e a morte de dona Maria Lopes
19. Antônio Matilde pune o delegado de Pariconha
20. O assassinato de José Ferreira pela polícia de Alagoas
21. Os primeiros combates com as forças de
Alagoas e Pernambuco
Alagoas e Pernambuco
– Virgulino Ferreira, vulgo
“Lampeão”
– “Os Matildes” e “os
Porcinos”
– O primeiro grande combate:
Poço Branco
– A destruição dos Quirino
– Dispersão do grupo
22. Sinhô Pereira e o aprendiz de cangaceiro
– O encontro com o mestre
– O aniversário de dona
Jacoza, a mulher rendeira
– De passagem pela Serra
Vermelha
– Os primeiros combates dos
Ferreira
no bando de Sinhô Pereira
no bando de Sinhô Pereira
– Adjutório ao Major Zé
Inácio
– Livino de olho no rifle de
Optato
– Proeza do mestre na Serra
da Forquilha
– Refrega no Riacho Tamboril
– Último combate de Sinhô
Pereira: fazenda Tabuleiro
– O assalto ao casarão da
Baronesa de Água Branca
– Lampião volta a atormentar
os Quirino
– O ímpio fanfarrão
– Endoidando o tenente
– A morte de Manoel Cipriano,
o delator
– A reconciliação dos
Ferreira com os nazarenos
– Sinhô Pereira deixa o
cangaço
– Vida nova em Goiás: Chico
Piauí e Zeca Piauí
– Chico Maranhão e Zeca
Maranhão: os protegidos
do coronel Farnese
do coronel Farnese
– Os últimos dias de Sinhô
Pereira e Luís Padre
23. Lampião faz justiça à sua maneira
– O vingador
– Desagravo a Ioiô Maroto – a
morte do coronel Gonzaga
– Mais vingança
– O
combate do Tear
24. O casamento de Maria Licor: entrevero em Nazaré
– Expectativa do casório
– Lampião e o padre Kehrle
– Celebração, festa e
contrafesta
– Missa e tiroteio
25. Os Ferreira e os nazarenos
– Os cabras de Nazaré
– Manoel Neto
– Perseguição à família
Ferreira
– O combate de Barriguda –
batismo de fogo
dos Cabras de Nazaré
dos Cabras de Nazaré
– Emboscada de Enforcado: os
primeiros nazarenos
feridos em combate
feridos em combate
26. O protegido do coronel Zé Pereira, de Princesa
– Lampião e o caudilho
paraibano
– Zé Pereira, Marcolino,
Marcolino, Xandu e Xandu
27. A triste sina de Luís Pedro do Retiro
28. Félix da Mata Redonda, o homem de sete vidas
29. Sabino das Abóboras
– Fazenda Abóboras, covil de jagunços
– O filho bastardo do coronel Marçal
30. Clima de eleição na Baixa Verde
31. Quelé: cangaceiro e soldado
32. O vingador retorna ao Pajeú e Moxotó
– Acertando as contas com Tibúrcio da Serra Vermelha
– Completando a destruição
dos Quirino
– O falecimento de dona
Jacoza
33. Lampião é ferido na Lagoa do Vieira e escapa por pouco
na Serra das Panelas
na Serra das Panelas
34. A morte de Antônio Rosa, por Livino Ferreira
35. O saque de Sousa
– Antecedentes: o caso de Chico Pereira
– Uma cidade indefesa
36. A Guerra da Baixa Verde
– A reação de Zé Pereira
– A morte de Meia-Noite, o
cabra que valia por dez
37. Chico Pereira, o bode expiatório
38. A Revolta de Princesa, cangaço e a Revolução de 30
39. Lampião, o redivivo: sombra e água fresca
no Pajeú e Navio
no Pajeú e Navio
– As mortes de Olímpio
Jurubeba e Inocêncio Nogueira,
na fazenda Baixas
na fazenda Baixas
– Folias no Bandeira e em São
João do Barro Vermelho
– Lampião passeia em Vila
Bela
– Noite de Natal em Betânia
– Lampião incendeia fazendas
de Zé Pereira no Navio
– Incêndios em Nazaré e
tiroteio na fazenda Cachoeira
– Em Custódia, “a negócios”
– A raposa e os caçadores
– Pagando promessa no
cemitério
40. O ataque a Mata Grande no sábado de Carnaval
41. Serrote Preto
42. Emboscada na Grota do Saco
43. Lampião em São Caetano do Navio
44. O suplício de Zé Calu e a morte de
Livino Ferreira, o Vassoura
Livino Ferreira, o Vassoura
45. Tentando vingar a morte de Livino
46. Breve incursão pelo Ceará – notícias da Coluna Prestes
47. Combate de Xiquexique: a morte de Idelfonso Flor
48. Natal em Cipó
49. Desforra com os nazarenos e outros desafetos
– As mortes de Antônio e João
Néu
– Desavenças com os Marcolino
do Navio – os Folhiços
– Escaramuça na fazenda
Barreiros
– Revide: o assassinato de
José Paulo Lopes,
primo de Lampião
primo de Lampião
50. Combate de Caraíbas: a “morte” de Lampião
e a promoção do tenente Optato Gueiros
e a promoção do tenente Optato Gueiros
51. Lampião e a Coluna Prestes
52. Represália contra os Cabras de Nazaré
53. A morte de José Nogueira
54. Lampião no Juazeiro do Padre Cícero
– Lampião e o Ceará
– A Coluna Prestes
– O defensor da Pátria
– A caminho do Juazeiro
– 4 de março de 1926: Lampião
chega à Cidade Santa
– Fotos, entrevista e visita
do Padre Cícero
– Capitão Virgulino
– Continuação da entrevista
– O Batalhão de Lampião
pronto para a guerra
– Missa e despedida
– Manobras militares, festas,
desfeitas e a volta ao cangaço
55. O casamento de Angélica
56. O Capitão ultrajado
57. Sabino Gomes ataca Triunfo
58. Um furacão varre Alagoas
59. Desfile triunfal do Capitão Virgulino em
São Francisco do Pajeú
São Francisco do Pajeú
60. Mais um ataque à Serra Vermelha
61. Aliança de Lampião com os Novaes
62. A chacina da família Gilo
63. Lampião em Cabrobó
64. Arteirices da raposa das caatingas
– Incursão por Leopoldina e Granito
– Os Engrácia entram no bando
– Chá Preto em Itacuruba
– O Capitão Virgulino é
ferido na fazenda Tigre:
boatos e verdades
boatos e verdades
– Peripécias de Sabino e
Antônio Ferreira
– Virgulino batiza quatro
crianças no Moxotó
– A questão dos Faceiro
contra Manoel Vítor
– Folgança no Poço do Ferro
65. Zé Saturnino na polícia
– De soldado a sargento, num
só dia
– Batismo de fogo de Zé
Saturnino na fazenda Favela
66. A Batalha da Serra Grande
67. A morte de Antônio Ferreira, o Esperança
68. Fandango no Ceará
69. Nova razia por Alagoas
70. Pernambuco aperta o cerco
– Parentes e amigos de
Lampião são presos no Juazeiro
– A Lei do Diabo
71. Chico Chicote: a Tragédia das Guaribas
– Arrelias políticas no
Cariri
– Lampião e “os bonzinhos”
– A chacina de Salvaterra
pelos Homens da Lei
– O tenente truculento e a
morte de Chico Chicote
72. Os primeiros crimes de Lampião no Ceará
73. Ezequiel e Virgínio entram no bando
74. Jararaca em Carnaíba de Flores
75. Guerra de propaganda
76. O ousado ataque a Mossoró
– Os motivos e os
preparativos da empreitada
– Massilon saqueia Apodi e
Gavião
– Lampião em Belém do
Arrojado e o retorno
à Serra do Diamante
à Serra do Diamante
– Refazendo os planos
– 9 de junho: a caminho de
Mossoró
– Segundo dia de viagem: 10
de junho
– Terceiro dia: 11 de junho
– Quarto dia: 12 de junho
– A prisão de Antônio Gurgel
– Pouso de Pregmácio
– Pernoite em São Sebastião
– Alvoroço em Mossoró
– Quinto dia: 13 de junho –
ameaças e blefes
– O assédio à casa do
prefeito de Mossoró
– Colchete, o morto
– Captura e trucidação de
Jararaca
– A retirada, rumo ao Ceará
– 14 de junho: Chapada do
Apodi
– 15 de junho: Limoeiro do
Norte
– 16 de junho: Tabuleiro de
Areia, Armador e Arara
– 17 de junho: Saco do Garcia
– começa a Guerra do Jaguaibe
– 18 de junho: resgate de
Joaquim Moreira
– 19 de junho: fome e sede
– 20 de junho: de déu em déu
– 21 de junho: emboscada no
Serrote da Roda
– 22 de junho: a situação dos
reféns
– 23 de junho: a polícia
localiza o bando
– 24 de junho: o cerco
– 25 de junho: o combate de
Macambira
– Liberação dos reféns
– 26 e 27 de junho: novo
cerco no Velame
– 28 de junho: no rumo do
Cariri
– 29 de junho: emboscada de
medrosos
– 30 de junho: bordejando as
Lavras
– 1º de julho: enfim, em
casa...
– A traição de Isaías Arruda:
fogo na fazenda Ipueiras
– O rescaldo do ataque a
Mossoró
77. O propósito temerário da Baronesa Buckop
78. Lampião recolhe os seus tesouros
79. A morte de Sabino Gomes
80. A fuga para a Bahia
81. Lampião e o coronel Petro
82. “O Home”
83. A polícia da Bahia dá sinais de vida
84. Corisco volta ao bando e traz consigo o “primo” Arvoredo
85. Reconhecendo o terreno
– Cumbe
– Atoleiro, festa e namoro na
Carnaíba do Meio
– Tucano
– Pombal
– Bom Conselho
– O encontro com João Sá em
Sítio do Quinto
86. Curralinho: primeiro combate com a polícia baiana
87. Mergulhão, o primeiro cangaceiro morto na Bahia:
o combate de Abóbora
o combate de Abóbora
88. A cabeça de Lampião é posta a prêmio
89. Lampião em Brejo do Burgo
90. Como Bosta Seca virou Volta Seca
91. Primeira incursão por Sergipe: Carira
92. De volta aos domínios do coronel João Sá
– Passagem por Mirandela,
Pombal e Amparo
– “Fogo amigo” no tanque do
Caritá
– Macacos sem rabo
– Novo tiroteio no Caritá
93. Giro pelas caatingas de Juazeiro e Curaçá
94. Labareda no bando
95. Lampião assiste à missa em Poço Redondo
96. O Capitão Virgulino na Boca da Mata
97. Danação no Saco do Ribeiro
98. Lampião na Batinga e no Batequerê
99. Primeira passagem por Alagadiço, e pernoite
na Lagoa Comprida
na Lagoa Comprida
100. Tiroteio em Pinhão
101. O combate de Caroá
102. Pânico em Juazeiro da Bahia
103. Banzé e os meninos das bordas do Raso da Catarina
104. Saques, depredações e mortes nos sertões da Bahia
– Lampião toca fogo na
estação ferroviária de Itumirim
– Passagem por Campo Formoso
– A chacina de Brejão da
Caatinga
– A tragédia do Km 374
– Nos arredores de Morro do
Chapéu
– Lampião e o capitão Arnóbio
– Cruzando o Salitre
105. Reforços, pilhagens e o massacre de Carro Quebrado
– Reencontro com o Gringo das
Bíblias
– De volta a Abóbora
– Os Engrácia voltam ao bando
– Nanum e seus amigos
engrossam o bando de Corisco
– O saque de Icozeira
– Lampião e o coronel
Domingos Rodrigues
– Recado aos “garimpeiros”
– Galhofa com o capitão
Macedo
– O ataque a Riacho Seco e o
tiroteio de Tanque Novo
– Pilhagem em Santa Rosa
– O assalto a Canoa
– Tanquinho do Poço –
desentendimento com Corisco
– Incursão por Andorinha, Rio
do Peixe, Saúde e André João
– O massacre de Carro
Quebrado
106. Missa, casamento e folia na caatinga
– Missa, confraternização e
conselhos do padre Emílio
– Festa de casamento e
entrevero com Periquito
107. Pernambucanos contratados pela polícia baiana
108. A temerária travessia do Raso da Catarina
109. Lampião em Dores e Capela
– Primeira passagem por Dores
– Lampião visita Capela, a
Princesa dos Tabuleiros
110. Encontros com Antônio Caixeiro e Eronides de Carvalho
– Colusão na Borda da Mata
– Visita a Eronides de
Carvalho na fazenda Jaramataia
– De volta à Bahia: passagem
por Aquidabã e Tamanduá
111. Escaramuça na fazenda Riachuelo
112. Pândega em Cansanção
113. O massacre de Queimadas
114. Gavião no Museu Nina Rodrigues
115. A heroica resistência de Mirandela
116. O suplício de Domiciano Pereira, por Corisco
117. Combate noturno nos arredores de Juazeiro
118. A campanha contra o cangaço vista nos bastidores
119. A maligna trindade: Lampião, Corisco e
Antônio de Engrácia
Antônio de Engrácia
120. O massacre da família de Manoel Salina
121. Segunda passagem de Lampião por Alagadiço
122. As mortes de Sabiá, Mourão e Mormaço,
e a dissidência dos Engrácia
e a dissidência dos Engrácia
123. Corisco faz reféns no Engenho Calumbi
124. Lampião assedia o balneário Caldas de Cipó
125. O esquartejamento do tenente Geminiano
na fazenda Mandacaru
na fazenda Mandacaru
126. Trilha de sangue nas caatingas de Quijingue,
Monte Santo e Uauá
Monte Santo e Uauá
127. Nova razia por Sergipe
– Segunda visita a Antônio
Caixeiro
– Lampião passeia em Propriá
– Barbárie na vila de
Aquidabã
– Tiroteio em Capela
– Segunda vez em Dores: morte
e castração
– Desordens nos arredores de
Anápolis
128. A caravana do terror visita Pernambuco e Alagoas
– As mortes de Leriano Sá e
Pedro Juremeira
– O encontro com o vendedor
de redes em Jatobá
– Passagem pela estação da
Quixaba, rumo a Pariconha
– Razia por Água Branca e
Mata Grande
– A prisão dos missionários
americanos
– José Paulo, o sortudo
– O encontro com o sargento
Maurício: terror em Mariana
– Troca de tiros com os
cabras do coronel Chico Martins
– A captura do coronel João
Nunes
129. Lampião apaixona-se por Maria, a bonita
primeira-dama do cangaço
primeira-dama do cangaço
130. Mulheres no cangaço
131. Lampião, o onipresente
132. Chorrochó e Feira do Pau: ninho de cobras
– A saga da família Ribeiro
da Silva
– A morte de João Carpina
– Desavença familiar
– A morte de Antônio de Seu
Naro
– Zé de Lídia, o Zé Sereno
– A “morte” de Antônio de
Engrácia
133. A expedição Chevalier, a Perfumaria Lopes
e os carrapatos de Optato Gueiros
e os carrapatos de Optato Gueiros
134. A suposta morte de Ezequiel Ferreira, o Ponto Fino
135. Dadá é apresentada a Lampião
136. Durvinha de Pedro Gomes vira cangaceira
137. Lampião põe fogo nas fazendas do coronel Petro
138. O ataque à Várzea da Ema
139. De volta às caatingas de Maçacará
140. Noite de São João na Serra do Chico
141. Volantes pernambucanas no sertão da Bahia
142. Lampião passeia em Pernambuco
143. O esquartejamento de Herculano Borges por Corisco,
o vingador
o vingador
144. O capitão João Facó e sua primeira “viagem de inspeção”
145. Diabruras de Corisco no Sítio do Tará
146. Breve pendenga de Lampião com os Brito de Propriá
147. Lampião e o carrasco ferrador em Canindé
– O coito de Maranduba
– A mutreta
– O interrogatório de Chico
Vaqueiro
– Terror em Canindé
148. O combate de Maranduba
– Os cangaceiros
– A polícia
– Os cangaceiros
– A polícia
– Os cangaceiros
– A polícia
– Os cangaceiros
– O combate
149. A prisão de Volta Seca
150. Feras à procura de uma toca
– Cegonha na caatinga
– Corisco na Serra de
Itumirim
– Peleja de Azulão com um
tenente aviador
– A morte de Tempestade e as
prisões de
Mourão e Passarinho
Mourão e Passarinho
– Sucessos e insucessos de
Corisco, Cirilo e Labareda
– A morte de Ventania, cunhado
de Corisco
151. Sururu na política, fuzuê no sertão
– A Revolução
Constitucionalista
– Nova “viagem de inspeção”
do capitão João Facó
– A “Seca de João Miguel”
– Suor, perfume e cachaça
152. A chacina da fazenda Couro: primeiras mortes
em terras sergipanas
em terras sergipanas
153. Corisco saqueia Paripiranga
154. Terceira passagem de Lampião por Alagadiço
155. Lampião em Nova Olinda
156. Incursão por Itiúba
157. A filha de Lampião e as especulações sobre outros filhos
– Expedita Ferreira
– Os “abortos” de Maria
Bonita e seu filho-irmão
– O filho de Alvinha
– Luzia de Lampião e o menino
de Porteiras
– João Peitudo
– José Alves, o Zé de Helena
– Estelina
158. Lampião se muda para Sergipe
159. A morte de Santo da Mandaçaia, por Corisco
160. Corisco no Salitre
– Mortes, correrias,
bebedeira e fome
– Prisão e morte de Baliza
161. A vingança do filho de Manoel Salina
162. O suplício de um delator
163. As mortes de Açúcar, por Zé Borrego,
e de Braúna, por Chiquinho Borrego
e de Braúna, por Chiquinho Borrego
– O tiroteio no Burdão e a
morte de Açúcar
– A caçada nas Baixas e a
morte de Braúna
164. Lampião e o comandante Liberato de Carvalho:
briga de compadre com comadre
briga de compadre com comadre
165. Um revés atrás de outro
– As mortes de Carrasco,
Bentevi, Lavandeira, Baliza,
Cravinho, Vereda, Ferrugem e Avião
Cravinho, Vereda, Ferrugem e Avião
– A deserção de Esperança e
as mortes de Cocada e Gavião
166. A raposa das caatingas e os “tenentes”
167. Quarta passagem de Lampião por Alagadiço
168. As mortes dos dois Meia-Noite, dos Engrácia
169. Lampião em Sento Sé
170. Flanando no Vale do Salitre
171. Tentativa de envenenamento
172. Lagoa do Limo: as mortes de Azulão, Canjica, Zabelê
e Maria Eudora
e Maria Eudora
173. O reino do cangaço
– A fazenda de Lampião
– Os coitos prediletos
– A divisão do reino
174. Poço Redondo, a capital do cangaço
– A profissão da moda
– Cangaceiros sergipanos
– Primeiros cabras de Poço
Redondo
– O reverso da medalha
– A história de Badu
175. Estripulias de Corisco, o Diabo Louro
176. Em nome da Lei
177. Veneno: a nova “arma” da polícia
178. A morte de Arvoredo e a vingança de Calais
179. A proteção da padroeira e o cafute solto na caatinga
– Quinta passagem de Lampião
por Alagadiço
– As mortes de Mangueira e
Adelaide
– A prisão de Otília
180. Lampião e o governador de Sergipe
181. A morte do Padre Cícero
182. Incidentes nos sertões do Moxotó, Ipanema e Catimbau
– Tempos de bonança em
Alagoas
– A prisão do promotor de
justiça de Água Branca
183. Zé Baiano na Cotinguiba: só faltou entrar em Aracaju
184. Lampião às portas de Garanhuns
185. O encontro de Lampião com Audálio Tenório
186. A castração de Beijo, por Zé Fortaleza
187. Maria Bonita é ferida em Serrinha do Catimbau
188. O cangaço é tema de congresso no Recife
189. A morte de Cirilo de Engrácia
190. O nascimento de Sílvio Bulhões
191. As mortes de Suspeita, Medalha, Fortaleza e Limoeiro
192. Corisco e as chacinas do Jaburu e da Lagoa do Couro
193. O encontro de Lampião com o coronel Joaquim Rezende
194. A morte de Pau-Ferro e a reação dos companheiros
195. As aventuras do escoteiro venezuelano
196. Lampião aterroriza Serrinha do Catimbau
pela segunda vez
pela segunda vez
197. Razia de Virgínio pela Paraíba
198. A morte de Zé Baiano, em Alagadiço
– Mitos e verdades sobre o
carrasco ferrador
– Infância e primeiros passos
no cangaço
– Ferração em Canindé
– Lídia: amor e desdita
– O povoado Alagadiço
– O amigo Antônio de
Chiquinho
– “Se acabou-se o home de Segipe”
– Sigilo suspeito
– Exumação e reconhecimento
dos corpos
– A volante de Antônio de
Chiquinho
– A notícia chega ao coito do
Craibeiro
– Veneno, foice e fuga para
Goiás
– A ronqueira
199. Os grupos de Corisco, Gato, Virgínio e Português
atacam Piranhas
atacam Piranhas
200. A morte de Virgínio, o Moderno
201. A morte de Mariano nos ermos do Cangaleixo
202. A morte de Rosinha
203. Cila se junta a Zé Sereno
204. A morte de Neném de Luís Pedro
205. O homem que foi Quinta-Feira
206. Lampião prepara uma emboscada para a
volante de Zé Rufino
volante de Zé Rufino
207. O suplício de Zé Joaquim
208. Otacílio Rodolfo dizima o grupo de
Manoel Cilili, o Jurema
Manoel Cilili, o Jurema
209. Peripécias de Zé Sereno em Sergipe
– Incursão por Anápolis e
Lagarto
– O assalto a Aquidabã
210. A morte de Zepelim e a tragédia dos Torquato
211. Dias de ócio nas caatingas de Canindé e Poço Redondo
212. A volante de Baltasar e a morte de Mangueira
213. São João na fazenda Palestina: as mortes de
Mané Moreno, Cravo Roxo e Áurea
Mané Moreno, Cravo Roxo e Áurea
214. O suplício de José Catende: fato ou fabulação?
215. O encontro de Virgulino com o irmão João Ferreira
216. Entre um bocejo e outro...
217. Zé Rufino e o mandachuva da Serra Negra
– Coronel João Maria
– Zé Rufino
218. Acordo? Só se for na bala!
219. Brincando de gato e rato
220. O tiroteio da Lagoa do Domingo João, na Lajinha
221. O caso de Novo Tempo e a morte de Zé Vaqueiro
222. A morte de Calais
223. A morte de João Preto, o Sabiá
224. O crepúsculo do rei
– Envelhecimento precoce e
“morte” de Lampião
em Canhoba
em Canhoba
– As mortes de Pontaria,
Catingueira, Serra Branca, Ameaça
e Eleonora
e Eleonora
– A última razia
225. Benjamin Abrahão, o libanês que filmou Lampião
– Lampião em frente às
câmaras
– O confisco do filme
– O nebuloso assassinato de Benjamin
Abrahão
226. A volante do jogo de empurra
227. Lampião de volta a Sergipe, sua casa
228. Maria Bonita em Propriá
229. A morte de Cristina
230. O Armagedom na caatinga
– Angico, 26 de julho
– Os coiteiros
– A polícia e a política
– Pedro e Durval de Cândido:
as encomendas
– Movimento no coito
– 27 de julho: boi no pasto
– O aviso
– O retorno de Pedro e Durval
com as encomendas
– Manoel Félix e Caduda, as
últimas visitas
– A “reunião” (que não houve)
– Preparativos do “ataque”
– A volante
– O cerco
– O tiroteio na Grota do
Angico
– Valentices e bravatas –
confusão em Piranhas
– Os “ferimentos” de João
Bezerra
– A comissão do faz de conta
231. As cabeças
– Surpreeesa!...
– Telegramas e fotos
– O estranho “reconhecimento”
dos mortos
– As cabeças a caminho de
Maceió
– Expectativa na capital
– Espetáculo nos Martírios e
horror na morgue
– Exposição macabra no Nina
Rodrigues
– Trinta e um anos depois
– Relação dos mortos em
Angico
232. Inventário dos objetos encontrados com Lampião
em Angico
em Angico
233. João Bezerra – de vilão a herói
234. Lampião morreu envenenado (se é que ele morreu
em Angico...)
em Angico...)
– A versão “oficial”
– Os primeiros rumores sobre
o envenenamento
– Por causa de um butim
– Os acadêmicos de Direito e
os urubus mortos
– Os urubus e os nazarenos
– A denúncia da imprensa
– O depoimento de Zé Sereno
– As confidências de Paturi
– Revelações de Cícero Gomes,
da volante de João Bezerra
– Os assassinatos de Aniceto
e Noratinho
– A morte de Pedro de
Cândido: “queima de arquivo”
– Depoimentos dos canoeiros e
dos soldados
– O coiteiro de Santa
Brígida, o loroteiro e as unhas de
Pedro de Cândido
Pedro de Cândido
– O testemunho de Durval Rosa
– A melancia de Durval
– A barraca branca
– Guerra epistolar entre João
Bezerra e Manoel Neto
– Opinião geral dos
pesquisadores
– O Dr. Carlos Menezes e seu
leviano passeio a Angico
– Os exames das cabeças
235. A versão do tenente Bezerra
236. A história da fuga de Lampião para Goiás e sua posterior
mudança para Minas Gerais
mudança para Minas Gerais
– Dúvidas, evidências, fatos
e boatos
– As insinuações de Pedro de
Tercila
– A misteriosa ida de Antônio
Jacó para Goiás
– Zé Sereno e o litro de
vermute
– O sósia
– O “reconhecimento”, as
coronhadas e a exumação
das cabeças
das cabeças
– Lampião sem chapéu – fotos
de 1936: calvície
– Pedra no ninho
– João Bezerra: recusa de ajuda e evitação de testemunhas
– O mosquetão encontrado com
o “Lampião morto”
– Volta Seca: “Este não é
Lampeão!”
– Os depoimentos de Besouro,
Herculano Carvalho
e Constantino Guimarães
e Constantino Guimarães
– Estácio de Lima e a cabeça
“cega do olho esquerdo”
– Lampião e os coronéis
– Depoimentos dos
sobreviventes
– A “novidade” e a ida de
Maria Bonita a Propriá
– O motivo da “reunião” na
Grota do Angico
– Forjando testemunhas
– Os cachorros
– A “morte” de Ezequiel e a
sua aparição em Serra Talhada
– Seguindo as pegadas do
fantasma de Lampião
– O fantasma reaparece no
norte de Minas
– IML faz exames em fotos com
recursos de
computação gráfica
computação gráfica
– A suposta vida nova nos
domínios de Antônio Dó
237. O que de fato pode ter
acontecido em Angico (hipóteses)
– Interpretação dos fatos
– Montando o quebra-cabeças
238. A “vingança”de Corisco: o massacre da família Ventura
na fazenda Patos
na fazenda Patos
239. O fim do cangaço
– Anistia, traições e
vinganças
– A morte de Atividade e a
“regeneração” de Barreira
– A morte de Canário
– Juriti e Borboleta
entregam-se ao capitão Aníbal
– Balão cai numa cilada da
polícia sergipana
– Festa de despedida do
cangaço em Pinhão
– O grupo de Pancada
entrega-se em Poço Redondo
– Zé Sereno deixa o cangaço
– A rendição de Moita Braba e
Boa Vista
– As prisões de Português,
Velocidade, Pedra Roxa e
Barra de Aço
Barra de Aço
– A morte de Português
– A prisão de José, sobrinho
de Lampião
– Ângelo Roque apresenta-se
ao capitão Felipe de Castro
– A morte de Juriti
240. Corisco, o último cangaceiro
– O mito do “Diabo Louro”
– A família de Corisco – os
Quileto, os Peba e os Banzé
– Infância
– De recruta a cangaceiro
– Sérgia Ribeiro, a Dadá
– O nascimento de Maria do
Carmo
– Corisco fica aleijado no
tiroteio da Queimada do Luís
– O crime da Chafardona
– A morte de Corisco
Epílogo
Adendo:
Esboços genealógicos de famílias
sertanejas
relacionadas com os fatos do cangaço
relacionadas com os fatos do cangaço
Esboço genealógico nº 1:
Virgulino Ferreira (Lampião) – famílias
Ferreira Lima, Vieira, Lopes e Timóteo de Lima
Ferreira Lima, Vieira, Lopes e Timóteo de Lima
Esboço genealógico nº 2:
Maria Bonita – família Gomes de Oliveira
Esboço genealógico nº 3:
Família Pereira (de Serra Talhada
e Belmonte)
e Belmonte)
Esboço genealógico nº 4:
Família Carvalho (de Serra Talhada)
Esboço genealógico nº 5:
Família Barbosa Nogueira
(de Serra Talhada e Nazaré)
(de Serra Talhada e Nazaré)
Esboço genealógico nº 6:
Famílias de Nazaré – famílias Gomes,
Jurubeba, Sousa (família Flor), Lira, Soriano,
Lopes, Nogueira, Ferraz, Gregório, Costa,
Cavalcante, Araújo, Bezerra e Sá
Jurubeba, Sousa (família Flor), Lira, Soriano,
Lopes, Nogueira, Ferraz, Gregório, Costa,
Cavalcante, Araújo, Bezerra e Sá
Esboço genealógico nº 7:
Famílias Magalhães, Godoy, Gomes Lima
e Soares (de Serra Talhada, Salgueiro e Floresta)
e Soares (de Serra Talhada, Salgueiro e Floresta)
Esboço genealógico nº 8:
Família Nunes da Silva (fundadora de
Sítio dos Nunes, município de Flores)
Sítio dos Nunes, município de Flores)
Esboço genealógico nº 9:
Família Inácio de Oliveira
(de Serra Talhada)
(de Serra Talhada)
Esboço genealógico nº 10:
Famílias Gomes Tavares e
Gomes de Barros (do São Miguel, Serra Talhada)
Gomes de Barros (do São Miguel, Serra Talhada)
Esboço genealógico nº 11:
Família Gomes da Luz
(de São João do Barro Vermelho)
Esboço genealógico nº 12: Cassimiro Honório (do Navio)
(de São João do Barro Vermelho)
Esboço genealógico nº 12: Cassimiro Honório (do Navio)
Esboço genealógico nº 13:
Ângelo da Jia (de Tacaratu, Inhapi, Inajá
e Ibimirim
e Ibimirim
Esboço genealógico nº 14:
Coronel Chico Martins e seu filho
Audálio Tenório (de Águas Belas – famílias Cardoso,
Martins, Lins de Albuquerque e Cavalcanti)
Audálio Tenório (de Águas Belas – famílias Cardoso,
Martins, Lins de Albuquerque e Cavalcanti)
Esboço genealógico nº 15:
Coronel Zezé Abílio
(de Bom Conselho de Papacaça)
(de Bom Conselho de Papacaça)
Esboço genealógico nº 16:
Major Zé Inácio do Barro
Esboço genealógico nº 17:
Antônio da Piçarra
(de Brejo Santo e Porteiras)
(de Brejo Santo e Porteiras)
Esboço genealógico nº 18:
Família Lucena
(família Chicote, de Porteiras e Brejo Santo)
(família Chicote, de Porteiras e Brejo Santo)
Esboço genealógico nº 19:
Famílias Pereira Lima e Florentino Diniz
(de Triunfo, Patos de Irerê e Princesa Isabel)
(de Triunfo, Patos de Irerê e Princesa Isabel)
Esboço genealógico nº 20:
Famílias Siqueira Torres e Vieira Sandes
(de Água Branca)
(de Água Branca)
Esboço genealógico nº 21:
Família Brito
(de Propriá, Porto da Folha, Canindé e Piranhas)
(de Propriá, Porto da Folha, Canindé e Piranhas)
Esboço genealógico nº 22:
Coronel José Rodrigues (de Piranhas)
Esboço genealógico nº 23:
Famílias Martins Fontes, Silveira
e Calasans (de Sergipe e Bahia)
e Calasans (de Sergipe e Bahia)
Esboço genealógico nº 24:
Família Canário (de Monte Santo,
Bonfim, Uauá, Canudos e Várzea da Ema)
Bonfim, Uauá, Canudos e Várzea da Ema)
Esboço genealógico nº 25:
Família Macedo (de Monte Santo,
Tucano e Euclides da Cunha)
Tucano e Euclides da Cunha)
Esboço genealógico nº 26:
Cícero Dantas Martins
(Barão de Jeremoabo)
(Barão de Jeremoabo)
Esboço genealógico nº 27:
Coronel João Sá (de Jeremoabo)
Esboço genealógico nº 28:
Coronel Nilo da Abobreira
(de Antas e Sítio do Quinto)
(de Antas e Sítio do Quinto)
Esboço genealógico nº 29:
Tenente João Maria da Serra Negra
(de Serra Negra, atual Pedro Alexandre)
(de Serra Negra, atual Pedro Alexandre)
Esboço genealógico nº 30:
Coronel Petro de Curral dos Bois
(de Santo Antônio da Glória, atual Glória)
(de Santo Antônio da Glória, atual Glória)
Esboço genealógico nº 31:
Coronel Horácio de Matos
(coronel dos coronéis da Chapada Diamantina)
(coronel dos coronéis da Chapada Diamantina)
Esboço genealógico nº 32:
Corisco (famílias Banzé, Quileto e Peba)
Esboço genealógico nº 33:
Dadá (família Ribeiro da Silva,
de Macururé)
de Macururé)
Esboço genealógico nº 34:
Família Malaquias Correia (de Sinimbu)
Esboço genealógico nº 35:
Os Engrácia (de Macururé e Chorrochó)
Esboço genealógico nº 36:
Luís Pedro do Retiro
(família Rodrigues de Siqueira – família Pedro)
(família Rodrigues de Siqueira – família Pedro)
Esboço genealógico nº 37:
Félix da Mata Redonda (Félix Caboje)
– família Do Carmo
– família Do Carmo
Esboço genealógico nº 38:
Durvalina (Durvinha)
– família Gomes de Sá (do Arrastapé e Riacho)
– família Gomes de Sá (do Arrastapé e Riacho)
Esboço genealógico nº 39:
Família Alves Rocha
(da fazenda Aroeirinha, em Inhapi)
(da fazenda Aroeirinha, em Inhapi)
Esboço genealógico nº 40:
Famílias Fernandes e Marinho
(da Pedra d’Água): Delfina Fernandes e Rosalvo Marinho)
(da Pedra d’Água): Delfina Fernandes e Rosalvo Marinho)
Esboço genealógico nº 41:
Pedro de Cândido
(coiteiro, da fazenda Angico, onde Lampião morreu)
(coiteiro, da fazenda Angico, onde Lampião morreu)
Esboço genealógico nº 42:
Manoel Félix
(coiteiro, primo de Pedro de Cândido)
(coiteiro, primo de Pedro de Cândido)
Esboço genealógico nº 43:
Tenente João Bezerra
(que comandou o ataque de Angico)
(que comandou o ataque de Angico)
Esboço genealógico nº 44:
Padre Cícero
Esboço genealógico nº 45:
Antônio Conselheiro
(família Maciel, de Quixeramobim e Tamboril)
(família Maciel, de Quixeramobim e Tamboril)
Esboço genealógico nº 46:
Esboço genealógico da
Linhagem da Casa da Torre
Linhagem da Casa da Torre
Esboço genealógico nº 47:
Esboço genealógico da família de
Jerônimo de Albuquerque (o “Adão Pernambucano”)
Jerônimo de Albuquerque (o “Adão Pernambucano”)
Esboço genealógico nº 48:
Famílias Diniz, Rezende, Santos
e Rodrigues Lima (família do autor – lado paterno)
e Rodrigues Lima (família do autor – lado paterno)
Esboço genealógico nº 49:
Família Bezerra Lemos
(da Boca da Mata, Alagadiço e Carira
– família do autor – lado materno)
(da Boca da Mata, Alagadiço e Carira
– família do autor – lado materno)
Referências
Bibliográficas

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